Fim do Super

DRAGON BALL SUPER ACABOU!

Ou, pelo menos, o arco do torneio do Poder.

Isso mesmo, o torneio pela sobrevivência dos universos acabou e, em uma reviravolta que NINGUÉM esperava (isso mesmo, não venha você me dizer que achava que o Nº17 iria ganhar, todos nós sabemos que você ficou indo com as modinhas de teorias que o Freeza iria sobrar depois que o Goku e o Jiren se jogassem para fora da arena), o androide fez um pedido mais inesperado ainda: pediu que os universos apagados fossem restaurados.

Se teve algum personagem que não era tão importante assim, mas que virou um mito nessa saga, esse cara foi o 17, SEM DÚVIDAS.

Eu, particularmente, gostei do final, gostei dos acontecimentos e gostei, principalmente, da luta final, com Goku e Freeza lutando juntos, em uma sequência de animações que foram, sinceramente, SENSACIONAIS.

 

A fluidez dos movimentos estava tão perfeita, tão bem executada, que serviu para matar de vez aqueles resquícios de críticas que ainda se faziam ao anime devido às animações de episódios como o EPISÓDIO 5 (nem me lembre).

Se um dia você quiser aprender como desenhar animes, esse episódio 131 é uma ótima fonte de inspiração, não só para desenhos, mas para animações também.

Porém, a pergunta que não quer calar é: e agora?

O que acontece agora? Vai vir uma nova saga? Acabou o anime de vez? O final do mangá vai ser diferente?

Primeiramente, os acontecimentos que se passaram no final dessa saga, como o desejo do Nº17 e o renascimento do Freeza, como presente do Bills, deram várias oportunidades para criação.

Seja de novas sagas, novas histórias, mesmo que envolvam o passado (tivemos essa impressão ao mostrar o Freeza com seus soldados), ou ainda, novos personagens (não vamos esquecer que tiveram universos que não participaram do torneio).

Além disso, o Bills não realizou seu sonho ainda de lutar com o Deus Super Saiyajin, porque mesmo que ele tenha lutado contra o Goku, o Deus da Destruição ainda estava muito acima do Saiyajin.

O guerreiro do sonho do Bills pode ser o Goku com o Instinto Superior totalmente dominado? Pode ser, mas pode ser que não.

Fato é: ainda existem muitas possibilidades de aventuras novas.

Portanto, cada uma das perguntas feitas acima, serão respondidas em posts diferentes aqui no site, mas o que eu posso adiantar é: Dragon Ball como um todo, seja uma franquia, um filme, outra saga, anime, mangá, jogo ou o que for, ainda está longe de acabar!

E se depender de nós, fãs, não vai acabar nunca!

Fator Extra

Algo desvalorizado nos animes?

Sabe aquela cena que te marcou quando você era criança? Pode ter sido quando o Goku virou Super Saiyajin pela primeira vez.

Ou então, quando passou algum flashback de um personagem de Naruto e você se emocionou ou se identificou?

Quando você estava desenhando anime no seu quarto, se você curte esse tipo de coisa (isso aí, é nois), mas não conseguia transparecer a emoção que a cena que você viu originalmente te passou.

Sabe por que isso aconteceu? Ou pelo menos, uma das razões?

Isto é, assumindo que o seu desenho tenha ficado bom rs.

Porque existe algo, além dos desenhos, das ilustrações, cores, sombras, traços e tudo mais nesse estilo, que é um fator determinante para transparecer emoções e sentimentos.

Esse fator é a TRILHA SONORA.

Caso você nunca tenha se dado conta disso, acho que uma sementinha começou a ser plantada em sua cabeça, e você começa a ver que faz sentido.

Todas as aberturas de Dragon Ball, por exemplo, são hinos, são ícones que marcaram uma geração, desde o anime original até o GT, e sempre são lembrados em uma sessão de nostalgia com seus amigos.

Na minha sala de aula, por exemplo, ocasionalmente o pessoal cantava “LIBERDADE, É CORRER PELO CÉU…” em coro, era JJ, geral junto.

 

 

Agora, imagina aquela cena triste em Naruto, sem a sonoridade de “Sadness and Sorrow” tocando por trás. Essa música é sensacional, porque ela em si é uma música bem feita, com harmonias elegantes.

E, claro, além disso, consegue transparecer vários sentimentos, que se manifestam de maneiras diferentes em pessoas diferentes.

Se você é um fã de Naruto, ou já acompanhou o anime de alguma maneira, e DUVIDO você não se emocionar ouvindo essa música. Ta lançado o desafio!

Uma coisa muito marcante em qualquer anime que se preze é, como já comentei, a música de abertura.

Aliás, a de abertura e a de encerramento também, não se esqueça dela!

Da mesma forma que os exemplos que eu dei, outros também ficaram marcados nos corações de muita gente, entre outros fatores, por causa da abertura.

Só do topo da minha mente já me vem aqui Os Cavaleiros do Zodíaco, Pokémon, Digimon, Inuyasha e mais alguns que, com um pouquinho de esforço, já consigo me lembrar.

Sendo que, todos esses que citei tiveram adaptações brasileiras.

Isso é outra coisa que eu queria comentar: tanto as adaptações das músicas, quanto a dublagem brasileira de animes, estão entre as melhores do mundo! São de muita qualidade.

Porém, vamos falar mais de dublagem em um futuro post.

Bom, acho que deu para ter uma noção da importância da MÚSICA na produção de um anime. Claro, isso se estende a toda a indústria, como filmes, desenhos, seriados etc.

Mas por que todo esse papo sobre música?

Acho importante tocar nesse assunto de vez em quando, principalmente no Brasil, um lugar onde a música tem sofrido tanto, com cada vez menos diversidade.

Um lugar onde cada vez mais o mesmo gênero, a mesma coisa de sempre, está sendo empurrado goela abaixo dos brasileiros, emburrecendo musicalmente e culturalmente o nosso povo.

Entendam que música é arte, e pode despertar tantas emoções quanto um roteiro de filme bem feito ou efeitos especiais extravagantes.

Não deixem de apreciar esse trabalho da próxima vez que forem ver as aventuras do seu herói animado preferido 😉

Valeu!